História do acervo

2002-2016

Durante mais de uma década o Memorial se dedicou a realizar registros contemporâneos do bairro e também na realização de roteiros pela Penha, maior parte deles como resultados das oficinas de fotografia e história da arte desenvolvidas no próprio espaço. Foi durante esse período também a qual foram disseminadas pelo bairro a maior parte das fotografias encontradas em bares e restaurantes da região, resultado do compartilhamento dos registros acumulados pelo memorial a partir da doação de acervo ao memorial por antigos moradores e comerciantes.

Articulação

A Comunidade do Rosário dos Homens Pretos da Penha de França, naquela época identificada como Comissão de Festa, teve um contato importante com o Memorial, iniciativa que desdobrou na criação de materiais de divulgação das festas e uso do espaço físico do Memorial para reuniões. Nesse período também começa uma articulação de coleção de materiais relacionados a busca ativa de documentações relacionadas a Igreja do Rosário, como os presentes no fundo Roberto Casemiro, primeiro rei de festa do Rosário.

2018-2023

O Grupo Ururay, através do Fomento às Culturas das Periferias se aproximou do Memorial em parceria que resultou em readequação do espaço físico do memorial, catalogação do acervo físico (livros, cds, dvds e outros materiais), e um primeiro trabalho de criação de mecanismos de descrição do acervo, etapa também de criação de filtros, recortes temporais e identificação das coleções e fundos.

2024-2026

O Movimento Cultural Penha assume parte das funções de custódia do acervo, contribuindo para preparação do acervo visando a disponibilização em plataforma online, optando-se pelo sistema Tainacan. Nessa etapa foram refinados os instrumentos de busca, recebendo consultorias no campo da Museologia, resultado num plano museológico, diagnóstico de acervo e um primeiro projeto de gestão de acervo, consultorias sobre implementação do acervo em base virtual, serviços no campo da Tecnologia da Informação e Design, e visitas técnicas em espaços de referência, como o Museu da Cidade, Museu Comunitário do Jardim Vermelhão e o Centro de Memória Queixadas.